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Hoje, depois de ter escrito sobre as felicidades de se apreciar um feriado antecipado e um vinho tinto solitário, acordei igualzinho à Tiradentes: um nó previsível na garganta, um incômodo no pescoço, a cabeça decapitada que deixei no primeiro gole e aquela sensação de morte lenta de quem sabe que vai ficar na história.
1 comment:
Poetas não acordam de ressaca.
Acordam de Realidade.
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