06 July 2009

RELEXÕES


... e para ser a boa companheira,
a boa irmã, a boa filha
aquela que contempla as intolerâncias e as sublima
fiz-me de muda e fiz-me de morta.
O que venho conseguindo, a duras penas
é uma personalidade amorfa, abafada, de perna manca
que me obriga a me perguntar o que seria melhor:
uma existência plena de verdade que dói e que se esbarra
ou uma vida em imposturas, remontada?
o que é verdade para mim,

é luz de lumeeira que eu acendo, atônita;
na lumeeira alheia, a farsa que abobalha.

1 comment:

Vieira Calado said...

Olá, amiga!

Nunca deixe de acender essa luz!

Bjs