07 December 2010

NOS ARES DA POESIA



Estava ressecada e dura
a negra borboleta;
tive ímpetos de ressuscitação
porém, meu coração sabia
que o tarde demais
é tempo que passou.
Pura poesia saída mim
subiu aos ares
e vivificou-lhe uma existência
de mais cor que se encontrava ausente.
E se agora aqui não vive mais,
vive nos ares do poético
persiste, firme  e enevoada
embora para alguns inexistente.

2 comments:

zazá lee said...

Testando, testando....

Sotnas said...

Olá Cecília, desejo e espero que tudo esteja bem contigo!
Belíssimos textos, como sempre tem sido todas às vezes que visito seu pé de pitanga, me faz pensar, gosto do jeito que expressa sentimentos, Parabéns pelos sensíveis textos.
Enquanto muitos pensarem que sensibilidade é supérfluo, somente alguns perceberão a existência. Desculpe a demora, nesta visita encontrei tantas pitangas maduras, acho que demorei pra voltar! Agradeço muitíssimo pela sua participação no desafio e foi um prazer te conhecer um pouco mais além das pitangas. Desejo pra você e todos ao redor tudo de bom sempre, obrigado pelas visitas grande abraço e até mais!