22 March 2011

POEMA PARA A LEVEZA DO MEU AMOR





Ah, amo-lhe tanto, mas tanto,
que até para fazer careta
meu amor por você, ri.
Sabe aquele dia em que
lhe peguei na mentirinha
que foi mas não foi?
O tempo azul  ia fechar em luto
até que virou o circo da minha infância,
- a serragem caiu tão  fresca e cheirosa,
e o malabarismo dos seus lábios
voou, muito acima do meu chão.

4 comments:

André said...

Um texto sem gravidade, querida amiga, como só você pode escrever. Tudo é leve nele sem, portanto, ser leviano. Nuances e nuances.

A beleza das imagens (circo da minha infância, malabarismo dos seus lábios...) voou muito acima do meu chão, voou no mais alto céu poético, e este lhe pertence, querida Cecília.

Minha admiração de sempre. E apareça, saudades de seus comentários. Meu carinho,

André

Olabisi said...

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zazá lee said...

Seu blog e seus poemas estão mais frutíferos do que nunca.E bonito também!
Vou colocar na minha Rede Social, seu depoimento do Dia do Poeta.
bj