09 June 2007

POEMA DO IMPROVÁVEL


Vamos falar das improbabilidades, meu bem
Das poucas coisas que tenho
Uma mente aberta a tudo
E ao mesmo tempo, um parachute
Que só se abre na hora H
Que é a hora do solavanco
Quando tenho um problema
Não me desespero
Só espero
A hora do tombo me cair
Sempre faço de conta que a vida
É tudo mentira
Que ainda vou viver de verdade
Mas enquanto nao me metamorfoseio
Eu me ajoelho, e peço às divindades,
Que o improvável seja o meu escape.

1 comment:

ZAZÁ LEE said...

Vc é uma pessoa sensível?