14 January 2008

POEMA DA CONSOLAÇÃO


Leia-me como se lesse a cartilha Suave,
surpreendentemente, na fala ansiosa do tatibitate
Nem são tão importantes a leituras de mim
Aqui sempre amanhece branco
Entardece rósea
e quando anoitece, azul
No meio tempo das cores, eu surjo
Sento-me, esplêndida ao seu colo,
faço com que possa sentir o meu perfume
(laranjeiras trazem o perfume impregnado de mim)
depois me esvaneço,
Se não me quiser mais,
amanhã, eu tardo.


1 comment:

ANDRESA said...

Linda música combina com as palavras...
SAUDADES